domingo, 16 de maio de 2010
Torre da Naia - casamento angloportuguês!
terça-feira, 11 de maio de 2010
Casa de Saúde do Bom Jesus
8 de Maio.
Fomos à casa de Saúde do Bom Jesus em Nogueiró. Braga.
A Casa de Saúde Bom Jesus é um dos doze estabelecimentos de saúde geridos pelo Instituto das Irmãs Hospitaleiras do sagrado Coração de Jesus, uma Instituição Particular de Solidariedade Social, com fins de saúde no âmbito especifico da psiquiatria.
domingo, 2 de maio de 2010
Breve história do grupo para os diversos fins
- Cantares polifónicos tradicionais a 2, 3 e 4 vozes, em coro misto, recolhidos pelo grupo ou retomados de cancioneiros já publicados;
- Cantigas e danças tradicionais: viras, chulas, malhões, danças de roda, cana verde, fandangos, recolhidas e recriadas pelo Grupo ou retomadas do repertório de outros grupos;
- Cantares ao desafio;
- Ritmos e percussões de caixas e bombos (grupo de Zés Pereiras ou Zabumba ou estrondo), acompanhando coros (cantigas a uma ou duas vozes em coro misto) ou instrumentos como o clarinete e a concertina (melodias populares e da tradição);
- Cantigas populares que esclarecem a evolução musical da tradição, retomadas de cancioneiros, desde o século XVIII;
- Corais polifónicos de música religiosa, criados expressamente para o Grupo exibir na procissão do S. João, em Braga;
- Cânticos do tempo própio e comum da missa católica, tomados de empréstimo ou de criação própria;
- Romances tradicionais e popularizados, no género de cantiga ou de fado;
- Música instrumental, executada em estilo de estúrdia ou tocata onde se verificam os seguintes instrumentos: concertina, clarinete em dó, cavaquinhos, braguesas, violões, reque-reque, ferrinhos, castanholas, tréculas e bombo.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Ensaio na biblioteca....
sábado, 24 de abril de 2010
Vinho Verde, S.João e Pingo Doce
Mas não é.
Não foi nada igual à outra visita.
Outras músicas, outros cantares, outros dançares.
Já se adivinhava.
Um cheirinho de S.João nesta visita ao Pingo Doce no BragaParque.
E vinho.
#1
#3
sábado, 17 de abril de 2010
BragaParque - Pingo Doce - sexta-feira 16 de Abril
E nós, «os Sinos da Sé», fomos.
Fomos produzir aquela alegria contagiante que o folclore minhoto inclui nos seus cantares e nas suas danças e assim nos passeámos pelos corredores e parámos naqueles espaços entre os produtos alimentares, ali junto do talho, mais além ao pé dos vinhos ou entre os vinhos e os congelados, depois à entrada, para interromper quem passava apressado e espantar quem ia já espantado de ouvir ao longe, ao pé das frutas e ao pé do pão. Foi uma experiência para repetir na próxima sexta-feira dia 23, a partir das 18.30 H.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Páscoa em Braga 2010
Largo Senhora-a-Branca...
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
maçãzinha...
ouvi cantar .... e chorar
(na Câmara de Vila Verde, após a apresentação do Boletim Cultural, surgiu assim espontâneamente.)
... maçã vermelhinha... que me deu o caiador
(esta "maçãzinha" vem de Cervães, da casa do Costa. Da casa da mãe da Amélia. Que a canta, como se fosse pequenina e estivesse no campo com as jornaleiras da sua quinta.)
Genuíno cantar. Puro. Voz cristalina.
(a Amélia aparece no vídeo...depois é só ouvir)
D. João de Castro "Jornadas no Minho"

A notícia já foi dada neste blogue, o acontecimento ocorreu na Biblioteca Professor Machado Vilela de Vila Verde, no pretérito dia 29 de Janeiro, sexta-feira à noite, jogava o Braga contra o Sporting e ganhou.
Estas fotos foram enviadas pelo primo (João de Castro e Mello) do neto (J. de Castro e Mello Trovisqueira) do Dr. João de Castro, cuja obra, Jornadas do Minho, publicada pela primeira vez em 1906, foi inserida, em fac-simile, no nº duplo, 3 e 4, do Boletim
Cultural da Câmara Municipal de Vila Verde, em trabalho do professor Doutor Aurélio de Oliveira.
O leitor tomará para si, se quiser, algumas razões para ler este livro do Dr. D. João de Castro, escritor vilaverdense do século passado, mas já nascido no século XIX.
1) O livro é uma preciosidade literária não só pela ortografia da época, mas pela linguagem e estilo, riqueza de vocabulário e modo de tratamento da descrição de gentes e de terras;
2) Há no livro uma memória documentada de património, de usos e costumes, de modas e tendências, de história das ideias: com referências históricas, regresso a lendas, evocação de personalidades, citação de autores, memória esta que é entretecida com uma narrativa de amores, afectos, paixões e estados de alma,
onde o simbolismo das mulheres, uma persistente, outras ocasionais, mas todas com os traços da efemeridade do tempo, ocupa a estratégia do autor: o Minho é uma mulher belíssima, para uns amor declarado e persistente, para outros conquista ocasional, mas nunca indiferente a uma economia de desejo e de ansiedade;
3) Há no livro comentários críticos preciosos e de uma actualidade pós-moderna pertinentíssima, a fazer notar que os ecologistas avant la lettre não são um invenção. As notas de carácter
etnográfico são absolutamente espantosas, a par das informações sobre práticas musicais, corais ou individuais, de orquestras ou de compositores consagrados. Quem se der ao trabalho, como nós fizemos, de restaurar a memória de sons populares como o Regadinho, o Malhão, a Caninha Verde, o Carro Americano, por exemplo, bem notará que os caminhos da tradição persistem e contrastam em flagrante, por costume e por invenção de momento, com esta abundância contemporânea: talvez a espontaneidade de ontem não seja a mesma de hoje no que toca a festas e romarias, mas, de resto, os sons fazem o seu caminho em todas as idades e épocas;
4) O Minho é um desejo de conhecimento, uma viagem no seu interior é uma paideia educativa, uma aprendizagem de tempêros! Qualquer dia haverá forma de fazer a viagem de caleche!Leiam e digam.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
"Carro amaricano"
Sexta-feira dia 29 de Janeiro de 2010.
Fomos a Vila Verde animar o lançamento do Boletim Cultural da Câmara Municipal.
O tema do Boletim homenageia o escritor e poeta D.João de Castro, nascido em Azurara, Vila do Conde, em 1871, trazendo a lume a obra "Jornadas no Minho" publicada pela primeira vez em 1906.
Logo nas primeiras páginas desta viagem diz o seu autor:
"Em romarias ou bailados campestres, o Carro Americano canta-se e dansa-se a par da Canninha Verde, do Regadinho e do Malhão, acompanhado pelo estalar das palmas no expressivo retornello:
Oh ai ! Oh Ai !
Oh ai, meu bem !
O carro americano
Vae p'r'a Póvoa sem ninguém! "
E assim tocamos e cantamos nestas jornadas.
Mais adiante na visita a Braga, D. João escreve (atente nesta ortografia - início do século XX!)
"Na tarde d'esse dia, fomos á Sé, onde um mellifero servo de samarra escura, á voz auctorizada do nosso companheiro de acaso, desengavetou, sôb os nossos olhos curiosos, todo o bric-à-brac que a Cathedral, tantas vezes viuva dos seus primazes, conserva com árras honorificas d'essas immoderadas núpcias."
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