Em plena maré de instauração da República apareceu aquela que é, até hoje, uma das cantigas mais anticlericais de sempre no espaço público da circulação de ideias e da tolerância do cantado: Samaritana (dos amores do redentor) música e letra de Álvaro Cabral (1865-1918).
Hoje, esta composição integra o cancioneiro do fado de Coimbra, é recorrente nos movimentos de animação cultural estudantil, hoje consagrada como canção de amor, um tópico fundamental da irreverência, da liberdade interpretativa, da expressividade pessoal e grupal.







