quarta-feira, 28 de maio de 2014

Metade de nós - exposição no café "A Brasileira"

Com inauguração marcada para 14 de Junho pelas 19h.
No café "A Brasileira" sito no largo Barão de São Martinho - centro da cidade.

"Metade de nós" é uma exposição de estímulos.
Quem vê metade quer ver a outra metade,
Quem tem metade quer ter a outra metade
As camisas e os coletes apelam à descoberta ..aonde está a metade que os veste?
Depois há as linhas bordadas, os pontos de cruz, os nós e ... o olhar converge para a metade que falta.

domingo, 18 de maio de 2014

Ó Rosa, Rosinha...





Recolhida por Gonçalo Sampaio ...esta Rosinha aparece em público em 2014 em Palmeira nas festas do Senhor do Rio.







Algumas quadras:

Ó minha Rosinha
eu sou com'ó gaio
de dia estou preso
de noite é que saio
...
Ó minha Rosinha
ó de ruque truque
p'rós homens tabaco
p'rás mulheres açúcre...

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

de lá para cá...antes do 25 de abril...

Repetido.
Sim, sim. Mas vivemos de repetições. Sempre iguais sempre diferentes. Aprendizagens repetidas geram conhecimento.
Este Vira da Várzea, "apreendido" na internet do Gerês e trazido para hoje,  aqui no auditório Vita.
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Vejam a inspiração aqui:
http://www.soajeiro.com/2009/10/video-de-1970-danca-na-varzea-vira.html

domingo, 6 de abril de 2014

Nova exposição: METADE DE NÓS

Vamos organizar nova exposição de trajes, no centro da cidade, durante os meses de Junho e Julho. 
Desta vez vamos concentrar-nos em duas peças, camisas de homem e coletes de mulher. 
O conceito embraiador da exposição será «metade de nós», ou seja, uma representação de incompletude, para que, vendo a estética de uma parte se pense melhor na parte que falta, contrariando assim a ideia fácil de que um só possa ser o todo e de que tudo esteja em um só.


A ideia será desenvolvida com mais detalhes no interior do grupo. Aqui fica o chamariz e a primeira motivação. O local será indicado e o programa de animação construir-se-á em função dos compromissos que se vão assumir. Creio que não nos vamos enfastiar e que daremos o tempo por bem vivido.


O recheio da exposição será constituído por 12 camisas de homem e 12 coletes de mulher; serão escolhidas peças cujo investimento estético consistiu em retomar a tradição com acrescento de motivos ou de processos de execução. Será exposto um modo de trajar completo, feminino, em memória da Cecília de Melo, trajar esse que poderá mudar ao longo da exposição. Outros objectos, que não trajes, poderão ser expostos com uma função simbólica de apoio.  
(Texto e imagens da responsabilidade de José Machado)

segunda-feira, 24 de março de 2014

Vira Alegre de Palmeira

Uma estreia.
Folclore do século 21.
Um vira.
Alegre.
De Palmeira.
Mas aqui transformado.
Com uma voz de Soprano.

TRADIÇÃO

Quantas vezes o sol nos beija o pão!
Quantas vezes a fé nos abre o mar!
Assim olhamos a flor no chão,
Assim ouvimos as aves pelo céu cantar!

Quanta alegria vai
Correndo pelos campos além:
São os dias para semear
Com as mãos de toda a gente de bem.

Quantas vezes o céu nos marca a voz!
Quantas vezes a dor nos dobra a luz!
Assim buscamos saber de nós,
Assim guardamos os sons que a tradição conduz!

Quanta saudade sai
Dos olhos que nos falam de amor:
São a água pura que nos cai
Dos lábios de toda a gente em redor!

José Machado
Criei esta letra para ser cantada durante a execução do «Vira alegre de Palmeira» numa simbiose de popular com erudito, trabalho de criação melódica que pedi ao compositor e professor António da Costa Gomes. Tudo porque entrou para o grupo a soprano e professora Teresa Couto, uma cantora lírica de muita nomeada em Braga, por ter pertencido a coros e grupos polifónicos e por ter-se apresentado como solista em muitos concertos . O motivo recolhido é instrumental, nunca lhe ouvi letra, mas sempre considerei que a merecia. Dediquei este poema à memória do professor Maia (ver meu blogue http://mineirodejales.blogspot.pt/2013/03/vira-alegre-tradicao.html, pessoa com quem trilhei alguns caminhos nestas vivências folclóricas de andar a retomar os sons da tradição.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Sol i dar

O aluno Diogo João Nobre Dias, de onze anos de idade, frequenta, no presente ano lectivo, o 6º ano de escolaridade no Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Sanches - Braga. É portador de uma doença crónica grave que lhe confere baixa visão - distrofia retiniana grave, retinopatia pigmentar - sendo acompanhado pelos serviços de oftalmologia do Hospital de Braga. Por indicação médica, o aluno deverá iniciar aulas de orientação e mobilidade e estudo de Braille.

A gravidade da doença aumenta de dia para dia e o Diogo João precisa de se deslocar a Barcelona para uma consulta médica que permita obter informações adicionais sobre a doença e a realização de possíveis tratamentos. Porém, a família do Diogo João não possui os recursos económicos necessários para realizar esta viagem.

Em tempos de crise profunda, como são estes que vivemos, a solidariedade é a força maior de um povo. Nesse sentido, apelamos à Solidariedade de todos vocês no sentido de marcarem presença no conceito e dessa forma ajudarem o Diogo.

terça-feira, 11 de março de 2014

Energizante!

Estamos no resguardo da Quaresma mas dançar é rezar também, e a energia desta música dá-nos alento.
É contagiante
Ouçamos a cantadeira
Ouçamos o cantador
Na Senhora do Sameiro, como é largo e vasto o universo do viajante para se sentir em casa.
Ouçamos o bater no tablado

"Estas danças e cantigas,
tão novas e tão antigas,
de recolha popular
de recolha popular
são as flores e as espigas
que pomos em Teu altar" 

Voltemos ao Festival Internacional de Folclore 2013 de Braga...
voltemos ao vira do solar da Imaculada
voltemos ao vira geral.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Pausa para reunir!

No próximo dia 27 de Fevereiro de 2014, quinta-feira, vamos realizar uma assembleia geral ordinária pelas 21h na sede da Associação. A ordem é a seguinte:

1.Abertura da assembleia
2.Apreciação e votação do relatório e contas de 2013
3.Outros assuntos
4.Encerramento da assembleia.

Como podem ver os assuntos capitais serão outros, mas sempre à volta das cantorias, dos trajes e das danças, assim com' assim, até a fotografia tem horizontes largos sobre Braga, capital do nosso folclore.



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O melhor é....na Brasileira

A melhor renda é feita com o melhor fio...de linho, pode ser.
Num sábado chuvoso coubemos lá todos.
Só nos faltou dançar!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Tomemos como exemplo...


Tomemos como exemplo de um grupo um trabalho de croché. 
Toda a sua perfeição foi conseguida ponto a ponto, laçada a laçada. 
O conjunto é superior às partes, mas cada parte tem a sua importância absoluta no conjunto. 
Sendo assim, para se falar de um grupo a comparação chega e sobra. 
Daqui se poderá inferir que um grupo nunca atingirá a perfeição do croché e ainda bem, porque a imperfeição do humano é uma categoria estética.
Portanto um grupo será sempre uma junção de imperfeições.
Mas se cada parte, na sua absoluta singularidade de defeitos, se quiser juntar a outras com a ideia de fazer um grupo, é melhor que passe a estimar a ideia de conjunto em desfavor de seu narcisismo singular. 
Resta um problema: alguma vez uma junção de partes imperfeitas pode originar um grupo com piada? 
A minha resposta é a do repertório das bandas: cada banda aperfeiçoará um repertório de virtudes que esteja no seguimento de suas imperfeições.
Sobra para o maestro a responsabilidade de ensaiar o melhor que souber e puder a junção das partes.
Outro problema: sendo o maestro uma parte absolutamente imperfeita, o seu trabalho é uma ilusão.
Mas é de ilusões que vive até o croché!
(Posto por JM/FEV/2014)