às quintas
o ensaio começa pelo canto
depois passa à dança
sempre com a música atrás, perdão, às vezes canta-se "à capela"
as fotos:
1. os livrinhos com as letras das músicas
sábado, 5 de dezembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
O "bira" de Vila Verde - IECON 2009
Uma amostra do vira de Vila Verde. Começa torto, o vídeo, mas logo, logo, fica na linha.
IECON 2009 - actuação
terça-feira, 10 de novembro de 2009
IECON 2009
Fotografias de Noel Félix, do Bairro Português de Malaca, com o nosso grupo no pretérito dia 4 de Novembro, no edifício da Alfândega do Porto, onde fomos fazer uma actuação para a 35ª Conferência Anual do Instituto de Engenheiros Eléctricos e Electrónicos, (IEEE Society). Noel Felix esteve em Portugal desde o dia 22 de Outubro até ao dia 9 de Novembro e a sua presença só foi possível devido à intervenção mecenática de um português radicado no Brasil, de nome Dr. Araújo Gomes, que lhe pagou a viagem; o deputado Carlos Páscoa foi outra das pessoas envolvidas nesta estada de Noel Felix em Portugal, mas foi graças à intervenção da novel Associação Korsang di Malacca - Coração em Malaca, presidida por Luísa Timóteo, que os dias de Noel Felix se tornaram ricos em acontecimentos culturais, sociais e pessoais.

Fotografia com Noel Felix. Eu estive em Malaca de 4 a 25 de Setembro de 2009, contratado pela Associação Coração em Malaca, com o objectivo de ensaiar danças folclóricas aos grupos (4) locais. Conheci Noel Felix e já descrevi no meu blogue as impressões que me provocou e a influência que lhe é atribuída. Mas muito há ainda a dizer sobre este sujeito da intervenção cultural, um animador por excelência, um folclorista por inteiro e um criador de cantigas.




Fotografia com Noel Felix. Eu estive em Malaca de 4 a 25 de Setembro de 2009, contratado pela Associação Coração em Malaca, com o objectivo de ensaiar danças folclóricas aos grupos (4) locais. Conheci Noel Felix e já descrevi no meu blogue as impressões que me provocou e a influência que lhe é atribuída. Mas muito há ainda a dizer sobre este sujeito da intervenção cultural, um animador por excelência, um folclorista por inteiro e um criador de cantigas.



domingo, 4 de outubro de 2009
ACTUAÇÃO DO ZÉ MACHADO NO "PAPA JOE PUB" MELAKA
Não se trata de uma actuação, o melhor é chamar-lhe sessão de improviso. Foi ao segundo dia de eu estar em Malaca. Fomos ao Bar de Papa Joe, um conhecidíssimo músico local, líder de um grupo folclórico e intérprete de canções em português, que gosta de introduzir nas suas performances folclóricas, como intervalo entre danças. É tocador de guitarra ou violão, em estilo folk, faz questão de mostrar que interpreta em português de Portugal. Eu levei o meu clarinete em dó e logo toquei algumas melodias portuguesas com ele, não obstante os tons serem diferentes do meu hábito de tocar. Uns rapazes que estavam lá começaram então a interpretar blues, já que a música americana, blues e country, é ali dominante. Um deles desafiou-me e eu não quis ficar mal, esforcei-me, saiu assim. Alguém que estava lá filmou e pôs no Youtube. Só cá em Portugal é que vi, mas já lá o Papa Joe me dissera que eu andava no youtube. Fica como apontamento, até para me motivar a fazer melhor no futuro.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
"INTERNATIONAL CONGRESS" Seminário de Nossa Senhora da Conceição - Auditório Vita
O registo vídeo dá conta dos cantares polifónicos. Gostei de ouvir estas vozes assim abertas na minha ausência. Creio que as senti no Índico, no estreito de Malaca.



É assim mesmo, toca a pôr o povo a dançar, toca a partilhar os sons e os movimentos, os corpos precisam destas aprendizagens; é bonito ver como se entregam à dança aqueles que nunca a experimentaram nestes moldes: regra de ouro: fazer o que o corpo pede, saber como é que o corpo reage, para depois poder seguir os percursos da aprendizagem. Ficamos familiares quando acertamos com os passos uns dos outros.
Foi pena que os outros fossem poucos? Foi. Mas a pena, sabemo-lo agora, também ficou do outro lado, quem organizou ficou a lamentar a frequência dos seus pares. Folclore é folclore e muito folclore cansa, pois é, é como toda a literatura e toda a cultura, mas dosear para uns não é dosear para todos e nem todos sabem o valor da dose que querem tomar. A disponibilidade de quem se mostra fica como referência para o futuro? Pode ser que sim. Mas também é preciso tirar a lição das situações de fome no futuro: dar pouco também faz bem.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


































