Andámos pela cidade a cantar o auto de Natal, desde a "maratona" dos Reis Magos ao nascimento do menino. Aqui, à saída do campo da Vinha para a rua dos Capelistas, tivemos a assistência do Dr. Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga
domingo, 22 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Barrada, em momentos
É Longe.
Antes estivemos perto.
Em Prado, a animar a causa da Cruz Vermelha.
Em S.Victor, a "correr" na Maratona de Solidariedade.
No Museu dos Biscainhos, a cantar numa feirinha Gourmet.
É Longe.
Barrada é longe. Seis horas suadinhas de caminho para lá chegar.
O Padre disse "E como se faz isso?"
Em momentos, em momentos como estes, pode haver a resposta.
Momento I - Depois da chegada, o comer de umas migas de bacalhau.
Momento II - Depois do comer, um pequeno ensaio de vozes..
Momento III - Depois da missa, a procissão
Momento IV - Depois da procissão, o Padre insistia "Como se faz isso?
Momento V - Depois de dançarmos uns com os outros à porta da capela, a entrega de uma fita relativa a 9 encontros.
Momento VI - Depois do jantar, cantámos os parabéns a 18 anos do CCB (Centro de Convívio de Barrada).
É Longe. Como é que se faz isto?
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quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Apontamentos de mostrar serviço...
O mestre Zé Machado anda sempre a perguntar já puseste alguma coisa no site? num fazeis nada! e como a resposta é quase invariável, resolvi colocar estes pequenos fragmentos para mostrar serviço e mostrar fotos e chamar à atenção a um percurso que se fez e se vai fazendo.
Já todos repararam que o mestre inovou na sua sacola, agora anda com a "madeira" às costas...haverá uma explicação cultural para o facto? ou será uma questão de ordem prática pois o mestre como anda com as mãos ocupadas com a "gaita" [clarinete] não tem mais mãos nem bolsos para os restantes apetrechos ou então à semelhança das mulheres que trazem na mão a sua sacola rendilhada, o mestre, impedido de tais rendas, resolveu inovar ...no traje, no final o mestre rematará "a nós, tudo nos fica bem".
Apanhei estas duas irmãs nesta pose, não sei se o fio [ou colar] está a entrar ou a sair. É como nas danças, por vezes não sabemos se entramos se saímos, se é com o pé de fora ou com o pé de dentro. Conceito curioso, este do "pé de dentro"....aproveito esta deixa do entra e sai para dizer que andámos a ensaiar a "Rosinha" pois é uma dança onde se vai e vem, onde se vira para dentro, onde se vira para fora, onde se vira para cima, onde se vira para baixo. É uma dança extraordinária e que a nós nos ficará bem.
Por este Novembro, já as castanhas caíram dos castanheiros. Em dois ensaios feitos, dois magustos comidos. Depois dançámos para "desmoer". Cito de cor os versos...
Duas castanhas
bem assadinhas
e acompanhar duas pinguinhas
quentes e boas são as castanhas
dos castanheiros que há nas montanhas
Volto a Pitões das Júnias, àquela serrania, àquele azul de céu que até parece mar.
Ouvem-se as respirações ofegantes da procissão e as conversas são aqui e ali pois subimos a serra vindos do Mosteiro em direcção àquele infinito que nos prende o olhar.
Apanhei estas duas irmãs nesta pose, não sei se o fio [ou colar] está a entrar ou a sair. É como nas danças, por vezes não sabemos se entramos se saímos, se é com o pé de fora ou com o pé de dentro. Conceito curioso, este do "pé de dentro"....aproveito esta deixa do entra e sai para dizer que andámos a ensaiar a "Rosinha" pois é uma dança onde se vai e vem, onde se vira para dentro, onde se vira para fora, onde se vira para cima, onde se vira para baixo. É uma dança extraordinária e que a nós nos ficará bem.
Por este Novembro, já as castanhas caíram dos castanheiros. Em dois ensaios feitos, dois magustos comidos. Depois dançámos para "desmoer". Cito de cor os versos...
Duas castanhas
bem assadinhas
e acompanhar duas pinguinhas
quentes e boas são as castanhas
dos castanheiros que há nas montanhas
Volto a Pitões das Júnias, àquela serrania, àquele azul de céu que até parece mar.
Ouvem-se as respirações ofegantes da procissão e as conversas são aqui e ali pois subimos a serra vindos do Mosteiro em direcção àquele infinito que nos prende o olhar.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Ai verdinho...
Em Outubro, no Outono, de novo o vinho novo, o ciclo das vindimas, o ciclo das colheitas, temos na ponta da língua as canções do vinho e já cheira a castanhas e ouriços.
Ai verdinho, meu verdinho
já saíste da videira
escorrega devagarinho
apaga-me esta fogueira...
Ai verdinho, meu verdinho
já saíste da videira
escorrega devagarinho
apaga-me esta fogueira...
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
2013 - noite branca
A nossa noite branca começou nas festas do Senhor da Paz no bairro social das Enguardas.
Pela meia-noite postamo-nos na Rua de São Marcos e ali cantámos tradições.
Uma rua agitada com muita gente a passar de um lado para outro de cima para baixo e com permanente ruído de fundo que para uns é música para outro barulho e para outros batida...eis ali plantado, um grupo folclórico em trajes interiores e a cantar esta "morninha" com letra de Sá de Miranda.
Pela meia-noite postamo-nos na Rua de São Marcos e ali cantámos tradições.
Uma rua agitada com muita gente a passar de um lado para outro de cima para baixo e com permanente ruído de fundo que para uns é música para outro barulho e para outros batida...eis ali plantado, um grupo folclórico em trajes interiores e a cantar esta "morninha" com letra de Sá de Miranda.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Três momentos em Pitões das Júnias
O primeiro momento "Entremos todos na Capelinha..." o Mosteiro que estava quieto engoliu toda a procissão
Depois rezámos e cantámos naquela penumbra aonde a luz entrava a medo. Cantámos "Os Talentos",,,
No terceiro momento, chegados ao terreiro, entrámos com um malhão
e a tarde pareceu pouca, e o centro de Pitões encheu-se de alegria e todos dançaram ...
Depois rezámos e cantámos naquela penumbra aonde a luz entrava a medo. Cantámos "Os Talentos",,,
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
'13 - Pitões das Júnias - procissão
A procissão dos 15 de Agosto em honra de Nossa Senhora das Júnias, em Pitões, Montalegre, é muito singular, tudo se passa rapidamente: a procissão parte do centro da aldeia, percorre a rua principal e vai até ao mosteiro, que nem sei se fica perto se fica longe, pois a geografia do caminho apela às nossas forças, fazendo-nos lembrar o quanto de humanos e pequenos somos face àquela natureza arrebatadora.
Chegados ao mosteiro, cantámos a missa naquelas paredes com idades superiores à nossa e envoltos pela luz que penetra no mosteiro com cuidados redobrados. O senhor padre pediu silêncio, um silêncio que nos fez sentir sozinhos embora fôssemos tantos. No final da missa, todos parecíamos ter pressa e evaporámo-nos, sentimos um magnetismo que nos fez subir por ali acima; em segundos, o mosteiro voltou ao seu isolamento.
Chegados ao mosteiro, cantámos a missa naquelas paredes com idades superiores à nossa e envoltos pela luz que penetra no mosteiro com cuidados redobrados. O senhor padre pediu silêncio, um silêncio que nos fez sentir sozinhos embora fôssemos tantos. No final da missa, todos parecíamos ter pressa e evaporámo-nos, sentimos um magnetismo que nos fez subir por ali acima; em segundos, o mosteiro voltou ao seu isolamento.
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013
2013 - Festival Internacional de Folclore de Braga - Vira Geral
Momento único este do "bira" geral.
É geral por ser para todos dançarem de forma a criar uma simbiose entre os elementos do grupo e quem assiste.
O costume é dançar em cima do tabuado com o público mas desta vez dançamos com um "público" especial que era o grupo de Palmeira!
É geral por ser para todos dançarem de forma a criar uma simbiose entre os elementos do grupo e quem assiste.
O costume é dançar em cima do tabuado com o público mas desta vez dançamos com um "público" especial que era o grupo de Palmeira!
segunda-feira, 22 de julho de 2013
2013 - Festival Internacional de Folclore
Encerrámos o festival internacional de folclore de Braga, no sábado, dia 20 de julho. Entrámos no tabuado era quase, quase, meia-noite. Começámos pelo "Malhão de Entrada", depois fomos ao "Vira da Várzea" seguido da nossa caninha verde "Os Sinos da Sé" e acabámos[*] com a "Chula da Póvoa" que tem uma quadra que espelha a nossa motivação
Obrigado ó cantador,
Andarilho de cantares,
Trago dentro do meu peito
Novas canções populares.
Obrigado ó cantador,
Andarilho de cantares,
Trago dentro do meu peito
Novas canções populares.
[*] efectivamente ainda fizemos do Vira da Imaculada um Vira Geral que dançámos livremente com o grupo de Palmeira. E não fomos embora sem cantar e tocar o Hino de Braga. Num encontro internacional... ficou bem!
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