domingo, 12 de junho de 2011

Faleceu a Manuela, a esposa do Fernando Faria

(Não possuímos a fotografia da Manuela, professora aposentada, cujo falecimento ocorreu hoje de manhã, após doença. Esta fotografia de seu marido e nosso presidente tem agora um valor simbólico de solidão e esmagamento interior, todavia ela resultou de um momento de grande fulgor festivo e convivial em que ele carregava todos os seus na lembrança, nas palavras, nas chamadas.)

O corpo da Manuela encontra-se hoje na capela de S. Miguel, ali à Cruz de Pedra; amanhã será levado para a Igreja de Maximinos. Ainda não sabemos a hora das cerimónias fúnebres. Expressamos ao Faria, aos seus filhos, a todos os familiares de ambos, os nossos pêsames e as nossas sentidas condolências de tristeza, dor e amargura, por este fatídico acontecimento. Numa altura em que todos os dias se previam de bem aventurança familiar e social, a Manuela foi para o Céu. Deus assim quis e nós acreditamos na vida eterna. Estando junto do Pai, está connosco e continuará a ser o nosso «paredão» neste mar de imprevisibilidades.

Recorro à metáfora do «paredão» porque foi à beira-mar, naquela praia de Esposende que convivi com a  Manuela e dela lembro momentos e palavras de suavidade, de calma e ponderação, de boa estima dos nossos propósitos e projectos. Ela era possuidora de algumas surpresas bem documentadas neste património cultural folclórico que nos serve de motivo. Recorro também a esta metáfora porque os seus familiares e amigos constituem para o nosso grupo uma fortaleza de estímulo, de conselhos, de informações, de ajuda, de promoção da extensão familiar.

Acompanhámos todos os dias difíceis, resistindo à adversidade com a nossa alegria. Sentimos, por seu marido, quanto lhe foram pesados as últimas horas. Paz à sua alma!
A Manuela vai ser abençada porque derrama, derrama o Seu amor!
José Machado

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