sábado, 25 de fevereiro de 2017

Biénio 2017-2019 linhas programáticas

Programa de acção para o biénio
 
Promover a instalação da sede em condições adequadas ao prosseguimento das finalidades e objectivos do grupo, visando espaços para: ensaio, reunião dos órgãos sociais, trabalho administrativo, exposição, oficina, manutenção;

Ensaiar repertórios instrumentais, corais, mistos e coreográficos que sirvam funcionalidades diversificadas, consoante a solicitação de eventos e contextos de intervenção cultural;

Gravar em suporte digital e áudio temas do repertório;

Expor, no espaço da Sede ou em outros centros de exposição pública, unidades temáticas dos conteúdos mobilizados pelo Grupo;

Definir uma variação de trajar que possa servir situações de intervenção pública diferentes da «mostra etnográfica»;

Editar documentação de referência sobre músicas, coreografias, trajares e modalidades de interpretação cultural;

Escrever e ilustrar a história do Grupo;

Colaborar com instituições dedicadas à criação e divulgação cultural;

Integrar projectos transversais de promoção e desenvolvimento cultural, tomando como exemplos as festas de S. João, o desfile de traje, o Vamos Bailar à Senhora…;

Fomentar a criação, gestão e manutenção de um centro de artes e ofícios, denominado «….» aberto à comunidade local, mas vocacionado para a venda e angariação de fundos;


Aumentar e diversificar os recursos humanos do grupo através da organização de eventos específicos de fruição e animação cultural;

Conceber e implementar uma iniciativa anual, identitária do grupo, autónoma ou em parceria institucional;

Fomentar o convívio e a celebração festiva entre os elementos do grupo e com outros grupos, pessoas ou entidades;


Desenvolver unidades de formação folclórica, directa ou indirectamente apoiadas em recursos humanos do grupo, quer em termos de rede digital, quer em termos de instalação e desempenho ocasional.

Incrementar a marca «Os Sinos da Sé».

A Direcção da Associação Cultural e Festiva «Os Sinos da Sé», Braga, Março de 2017.

1 comentário:

  1. Um dos maiores desafios que os grupos folclóricos enfrentam é o de assumirem a sua contemporaneidade, posto que o mais fácil e o mais obviamente falso é de que eles exprimem a antiguidade, exprimem uma tradição de ser e de fazer a música, a dança e o trajar, para nos ficarmos por estas três dimensões; todavia o que interessa num grupo é sempre a sua forma de ser contemporâneo, é a de saber inserir no quotidiano dos assuntos actuais, as melhores e mais pertinentes informações sobre o nosso passado...
    é como um filho que pensa crescer sem precisar de falar de seus pais, mas há-de chegar um momento em que nada do que ele faz se percebe se ele não convocar a história de seus antepassados, mesmo que seja para afirmar todas as rupturas em relação a eles, mas como perceber rupturas se não se souber o tecido que rasgam?

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